João Baptista Borges considera que a electrificação de Angola deve dar prioridade ao sector industrial

O Presidente da Confederação da Indústria de Angola, José Severino, disse que o programa de electrificação do país deve dar mais atenção ao «sector industrial», que tem pouco  a ver com o sector doméstico.  Angola consome muito menos energia eléctrica do que a capacidade de produção instalada, cerca de 6.000 MW, devido ao desequilíbrio nos investimentos na distribuição e ao baixo aproveitamento do potencial hidroeléctrico, alertam especialistas, segundo aos especialistas. acompanhar a era da transição energética.  Com uma taxa de eletrificação de 42%, segundo relatório da Associação Lusófona de Energias Renováveis, o país está a desperdiçar 4.000 megawatts, enquanto mais da metade da população não tem acesso a esse poço e o setor de transformação depende dos geradores.  Como dizem as autoridades, a meta é aumentar a taxa de eletrificação do país Até 2025 será o projecto Caculo Cabaça (Kwanza Norte), previsto para 2,1 gigawatts de consumo existente e sistemas fotovoltaicos, vai atrair milhares de dólares, sobretudo com investimentos de distribuição norte-americanos, e reitera que sectores como as pescas, agricultura e  indústria devem deixar de depender de fontes alternativas   «Vemos que o consumo está cada vez mais próximo da região, por isso propomos fortemente o fornecimento de energia elétrica para a indústria de transformação», disse Séverino. João Baptista Borges afirma que «o consumo humano é muito fragmentado e exige grandes investimentos na distribuição, que é muito carente.» que o potencial de Angola vale a velocidade da electricidade.

A gaseificação é diferente da taxa atual. Podemos ajudar as pessoas reduzindo os custos de água e energia”, acrescentou. Questionado sobre esta tendência, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, apresentou a estratégia de gestão.  “ Recomendamos a construção do no sector privado  e reformando o Mini-Hydro. e o estado compra energia deles  compre sua energia. É uma forma de incentivar o investimento”, disse.  Mas o problema, segundo José Severino, é que o investidor é obrigado a vender  energia ao Estado enquanto pretende entregá-la diretamente ao cliente .  ; «Como vai investir e depois entregar a mercadoria à ENDE (Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade)», perguntou, acrescentando que a empresa pode aceitar incumprimentos de pagamento sem interromper a electricidade em   «Não podem cobrar, são tolerantes, não cortam», salientou o industrial, acrescentando que «se o investimento não compensar, a electrificação do país será prejudicada.»

O relatório da Associação Lusófona das Energias Renováveis, apresentado  terça-feira, apontava para uma produção de 7.200 megawatts em três anos, mas o ministro João Baptista Borges previa 8.000.

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